4 de mar de 2008

"...outras revoluções francesas"

Deixei no post abaixo o link para a reportagem da "Folha" de hoje sobre "Ça Ira" que dirigirei para o "XII FAO", agora copio o box, também da matéria mas que está disponível apenas para assinantes.

Ópera é "pop sinfônico" orquestrado

IRINEU FRANCO PERPETUO
COLABORAÇÃO PARA A FOLHA

Com três atos, 14 cenas e cerca de duas horas, "Ça Ira" conta os fatos da Revolução Francesa em um circo. A ópera mistura personagens falados e cantados, e a música (com citações da "Marselhesa" e da canção revolucionária que dá título à ópera) parece a de musicais da Broadway, soando como um "pop sinfônico" orquestrado.
Contando com cantores emergentes, como a soprano Carmen Monarcha e o barítono Leonardo Neiva, "Ça Ira" terá récitas em 15, 22 e 24 de abril, com direção cênica de Caetano Vilela, cuja concepção inclui menções às outras "revoluções francesas" (como o maio de 1968 e os recentes conflitos na periferia parisiense).
A regência é de Luiz Fernando Malheiro, diretor artístico do festival, que chegou ao título por sugestão da produtora Lika Geribello. "A obra é algo diferenciado dentro do trabalho de Waters; não tem nada a ver com rock", diz ele.
"Na estréia, em Roma, havia fãs do Pink Floyd. De certa forma, eles se conectaram à obra, mas questionavam: "O que é isso?". Dos fãs, haverá quem goste de "Ça Ira", mas não a maioria", diz Roger Waters.

Nenhum comentário: