8 de mai de 2008

É Pynchon! É Pynchon! É PynchonPynchonPynchon, rá-tim-bum!!!

Nem os debochados "Simpsons" escaparam de tirar uma lasquinha do 'homem-sem-rosto' Thomas Pynchon

Hoje Thomas Pynchon completa 71 anos! Se é que ainda não morreu e ninguém ficou sabendo já que o esquisitão se esconde até mesmo da própria sombra.
Essa história você já conhece, J.D.Salinger era assim, Beckett também (até hoje têm gente que acha que foi fotomontagem aquela imagem clássica do Gerald Thomas num café com ele, maldade, é real viu!) os nossos Dalton Trevisan e Hilda Hilst (sim, ela morreu!) também sempre preferiram os momentos de reclusão para que o público pudesse focar apenas na sua escrita.

O lance é que Pynchon é difícil pra cacete! Claro que se você começar por “O Leilão do Lote 49/The Crying of Lot 49” livro de 1966 e lançado pela Cia. das Letras já ganha um ‘bônus’ de entrada no mundo tresloucado da ficção-realidade do cara.
Daí você se empolga e se joga no alucinante e impenetrável “O Arco-Íris da Gravidade/Gravity's Rainbow” de 1972 também lançado pela mesma editora, que eu pelo menos comecei a ler quatro vezes até ‘engatar’! E olha que eu li Joyce de uma tacada só hein!!! Mas o trampo que ele dá para os tradutores é de quebar o computador, lê aqui o que o talentosíssimo e tarimbado tradutor brasileiro Paulo Henriques Brito sofreu para chegar na tradução ideal sem descaracterizar as loucuras semânticas do 'ermitão', se você teve curiosidade bem vindo a um novo mundo!

Thomas Pynchon é moderno, envolvente, pop, e o que você mais o classificar, há mais de 40 anos e todo esse mistério em torno da sua figura só o deixa mais ‘charmoso’.

...

Se joga, eu já li e recomendo:
Comece por este: "O Leilão do lote 49"
Depois leia este: "Mason & Dixon"
E leia este se for capaz: “O Arco-Íris da Gravidade/Gravity's Rainbow”
Depois que você passar por estes três, indico "V" e, já que "Vineland" está esgotado (eu tenho mas não empresto!), espere junto comigo a tradução do seu último lançamento "Against the Day"


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